Empreendi uma pesquisa com o objectivo de me documentar em relação ao panorama actual do autocaravanismo em Portugal.
Questionei antigos companheiros, percorri a Net, de lés a lés, e, como é lógico, cheguei a conclusões:
O panorama clubista é fraco sem consistência com uma capacidade de representatividade nula ou muito próxima disso:
Na generalidade são pequenos clubes, formados entre amigos, sem actividade consistente em termos juridicos deficientemente constituidos outros há que não possuem capacidade juridica, não podendo ser considerados como clubes mas sim como pequenos agrupamentos de amigos com interesses comuns, logo, sem significado!
Há outros que conseguem manter-se devido à carolice e imposição pessoal aos associados, que à falta de melhores decisões aceitam as pessoas em face do seu voluntariado! Não creio que resulte como solução para a instituição!
E assim nos encontramos neste impasse uns pequenos demais familiares, outros, comensurávelmente grandes para poderem movimentar os seus associados em actividades que queiram e possam levar a efeito!
Que não restem duvidas de que o facto de se ter muitos associados não é condição suficiente e necessária para se poder considerar um grande clube, representativo de uma classe! Pelo contrário: Pode apenas representar os seus associados, e de entre esses ainda podem alguns estarem indecisos, logo exitantes em relação a condicionalismos de ordem estrutural então, não se pode considerar a unidade como um todo, na aceitação da orientação do clube!
A conclusão a que cheguei é que o movimento autocaravanista em Portugal se encontra completamente esfrangalhado: Cada qual luta por si, pelos seus interesses! Impera o individualismo que, a continuar, vai manter o movimento neste marasmo por muito, muito tempo!
Vejam lá se se entendem se tiverem capacidade para tal!
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